From: Rich Bowen Date: Mon, 16 Mar 2026 13:04:11 +0000 (+0000) Subject: Remove broken Comments section X-Git-Url: http://git.ipfire.org/cgi-bin/gitweb.cgi?a=commitdiff_plain;h=994a4f4ef43ff0f627943500c1e563164bc42419;p=thirdparty%2Fapache%2Fhttpd.git Remove broken Comments section git-svn-id: https://svn.apache.org/repos/asf/httpd/httpd/trunk@1932337 13f79535-47bb-0310-9956-ffa450edef68 --- diff --git a/docs/manual/bind.html.de b/docs/manual/bind.html.de index 3055108455..97ca5f79f2 100644 --- a/docs/manual/bind.html.de +++ b/docs/manual/bind.html.de @@ -14,7 +14,7 @@ - + - +
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Tutorial do Apache: arquivos .htaccess

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Tutorial do Apache: arquivos .htaccess

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Arquivos .htaccess oferecem um meio de fazer mudanças - nas configurações por-diretório.

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Arquivos .htaccess oferecem um meio de fazer mudanças + nas configurações por-diretório.

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Veja também

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O que eles são/Como usá-los

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O que eles são/Como usá-los

Os arquivos .htaccess (ou "arquivos de - configuração distribuída") oferecem um meio de fazer mudanças nas - configurações por-diretório. Um arquivo, contendo uma ou mais - diretrizes de configurações, é colocado em um diretório - em particular, e as diretrizes se aplicam para aquele diretório e todos - os seu subdiretórios subseqüentes.

+ configuração distribuída") oferecem um meio de fazer mudanças nas + configurações por-diretório. Um arquivo, contendo uma ou mais + diretrizes de configurações, é colocado em um diretório + em particular, e as diretrizes se aplicam para aquele diretório e todos + os seu subdiretórios subseqüentes.

Nota:

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Se você quiser renomear o seu arquivo .htaccess - para outro nome, você deve usar a diretriz AccessFileName. Por exemplo, se você - prefere que o arquivo se chame .config, então você - pode adicionar a seguinte linha ao seu arquivo de configuração +

Se você quiser renomear o seu arquivo .htaccess + para outro nome, você deve usar a diretriz AccessFileName. Por exemplo, se você + prefere que o arquivo se chame .config, então você + pode adicionar a seguinte linha ao seu arquivo de configuração do servidor:

@@ -75,28 +75,28 @@

No geral, arquivos .htaccess usam a mesma sintaxe que os arquivos de - configuração principal. O que você pode colocar nesses - arquivos é determinado pele diretriz AllowOverride. Essa diretriz especifica, - em categorias, quais diretrizes serão aceitas caso sejam + configuração principal. O que você pode colocar nesses + arquivos é determinado pele diretriz AllowOverride. Essa diretriz especifica, + em categorias, quais diretrizes serão aceitas caso sejam encontradas em um arquivo .htaccess. Se uma diretriz - for permitida em um arquivo .htaccess, a documentação - para essa diretriz irá conter uma seção Override, + for permitida em um arquivo .htaccess, a documentação + para essa diretriz irá conter uma seção Override, especificando que valor precisa estar em AllowOverride para que esta diretriz seja permitida.

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Por exemplo, se você procurar na documentação pela diretriz - AddDefaultCharset, você - achará que ela é permitida nos arquivos .htaccess. - (Veja a linha Contexto no sumário das diretivas.) A - linha Override lê - FileInfo. Então, você deve ao menos ter +

Por exemplo, se você procurar na documentação pela diretriz + AddDefaultCharset, você + achará que ela é permitida nos arquivos .htaccess. + (Veja a linha Contexto no sumário das diretivas.) A + linha Override lê + FileInfo. Então, você deve ao menos ter AllowOverride FileInfo para que essa diretriz seja aceita nos arquivos .htaccess.

Exemplo:

- + @@ -105,58 +105,58 @@
Contexto:configuração do servidor, hospedeiros virtuais, diretório, .htaccessconfiguração do servidor, hospedeiros virtuais, diretório, .htaccess
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Se você estiver incerto se uma diretriz em particular é +

Se você estiver incerto se uma diretriz em particular é aceita em um arquivo .htaccess, procure na - documentação por essa diretriz, e verifique a linha de + documentação por essa diretriz, e verifique a linha de Contexto por ".htaccess".

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Quando (não) usar arquivos .htaccess

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Quando (não) usar arquivos .htaccess

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No geral, você nunca deve usar arquivos .htaccess - a não ser que você não tenha acesso ao arquivo de configuração - principal do servidor. Existe, por exemplo, um erro de concepção - que dita que a autenticação de usuários sempre deve +

No geral, você nunca deve usar arquivos .htaccess + a não ser que você não tenha acesso ao arquivo de configuração + principal do servidor. Existe, por exemplo, um erro de concepção + que dita que a autenticação de usuários sempre deve ser feita usando os arquivos .htaccess. Esse - simplesmente não é o caso. Você pode usar as configurações de - autenticação de usuário no arquivo de configuração principal do - servidor, e isso é, de fato, a maneira mais adequada de se fazer + simplesmente não é o caso. Você pode usar as configurações de + autenticação de usuário no arquivo de configuração principal do + servidor, e isso é, de fato, a maneira mais adequada de se fazer as coisas.

Arquivos .htaccess devem ser usados em casos onde - os provedores de conteúdo do site precisem fazer mudanças na - configuração do servidor por-diretório, mas não tem + os provedores de conteúdo do site precisem fazer mudanças na + configuração do servidor por-diretório, mas não tem acesso root ao sistema do servidor. Caso o administrador do - servidor não esteja disposto a fazer mudanças freqüentes nas - configurações do servidor, é desejável permitir que os - usuários possam fazer essas mudanças através de arquivos - .htaccess eles mesmos. Isso é particularmente - verdade, por exemplo, em casos onde provedores estão fornecendo - múltiplos sites para usuários em apenas uma máquina, e querem que - seus usuários possam alterar suas configurações.

+ servidor não esteja disposto a fazer mudanças freqüentes nas + configurações do servidor, é desejável permitir que os + usuários possam fazer essas mudanças através de arquivos + .htaccess eles mesmos. Isso é particularmente + verdade, por exemplo, em casos onde provedores estão fornecendo + múltiplos sites para usuários em apenas uma máquina, e querem que + seus usuários possam alterar suas configurações.

No entanto, de modo geral, o uso de arquivos .htaccess - deve ser evitado quando possível. Quaisquer configurações - que você considerar acrescentar em um arquivo .htaccess, podem - ser efetivamente colocadas em uma seção <Directory> no arquivo principal de - configuração de seu servidor.

+ deve ser evitado quando possível. Quaisquer configurações + que você considerar acrescentar em um arquivo .htaccess, podem + ser efetivamente colocadas em uma seção <Directory> no arquivo principal de + configuração de seu servidor.

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Existem duas razões principais para evitar o uso de arquivos +

Existem duas razões principais para evitar o uso de arquivos .htaccess.

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A primeira delas é a performance. Quando AllowOverride é configurado para +

A primeira delas é a performance. Quando AllowOverride é configurado para permitir o uso de arquivos .htaccess, o Apache procura - em todos diretórios por arquivos .htaccess. + em todos diretórios por arquivos .htaccess. Logo, permitir arquivos .htaccess causa um impacto na - performance, mesmo sem você usá-los de fato! Além disso, - o arquivo .htaccess é carregado toda vez que um documento - é requerido.

+ performance, mesmo sem você usá-los de fato! Além disso, + o arquivo .htaccess é carregado toda vez que um documento + é requerido.

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Além disso, note que o Apache precisa procurar pelos arquivos - .htaccess em todos os diretórios superiores, para ter +

Além disso, note que o Apache precisa procurar pelos arquivos + .htaccess em todos os diretórios superiores, para ter o complemento total de todas as diretivas que devem ser - aplicadas. (Veja a seção como as diretrizes são - aplicadas.) Então, se um arquivo de um diretório - /www/htdocs/example é requerido, o Apache precisa + aplicadas. (Veja a seção como as diretrizes são + aplicadas.) Então, se um arquivo de um diretório + /www/htdocs/example é requerido, o Apache precisa procurar pelos seguintes arquivos:

@@ -166,40 +166,40 @@ /www/htdocs/example/.htaccess

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Assim, para cada acesso de arquivo fora desse diretório, +

Assim, para cada acesso de arquivo fora desse diretório, existem 4 acessos ao sistema de arquivos adicionais, mesmo que nenhum desses arquivos estejam presentes. (Note que esse - só será o caso se os arquivos .htaccess + só será o caso se os arquivos .htaccess estiverem habilitados para /, o que - normalmente não é o verdade.)

- -

A segunda consideração é relativa à segurança. - Você está permitindo que os usuários modifiquem as - configurações do servidor, o que pode resultar em mudanças - que podem fugir ao seu controle. Considere com cuidado se você quer - ou não dar aos seus usuários esses privilégios. Note também - que dar aos usuários menos privilégios que eles precisam, acarreta em - pedidos de suporte técnico adicionais. Tenha certeza que você comunicou - aos usuários que nível de privilégios você os deu. - Especificar exatamente o que você configurou na diretriz AllowOverride, e direcioná-los para a - documentação relevante, irá poupá-lo de muita confusão + normalmente não é o verdade.)

+ +

A segunda consideração é relativa à segurança. + Você está permitindo que os usuários modifiquem as + configurações do servidor, o que pode resultar em mudanças + que podem fugir ao seu controle. Considere com cuidado se você quer + ou não dar aos seus usuários esses privilégios. Note também + que dar aos usuários menos privilégios que eles precisam, acarreta em + pedidos de suporte técnico adicionais. Tenha certeza que você comunicou + aos usuários que nível de privilégios você os deu. + Especificar exatamente o que você configurou na diretriz AllowOverride, e direcioná-los para a + documentação relevante, irá poupá-lo de muita confusão depois.

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Perceba que é exatamente equivalente colocar o arquivo - .htaccess em um diretório +

Perceba que é exatamente equivalente colocar o arquivo + .htaccess em um diretório /www/htdocs/example contendo uma diretriz, e - adicionar a mesma diretriz em uma seção Directory - <Directory /www/htdocs/example> na configuração + adicionar a mesma diretriz em uma seção Directory + <Directory /www/htdocs/example> na configuração principal do seu servidor:

Arquivo .htaccess em /www/htdocs/example:

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Conteúdo de um arquivo .htaccess em +

Conteúdo de um arquivo .htaccess em /www/htdocs/example

AddType text/example .exm

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Seção do seu arquivo httpd.conf

+

Seção do seu arquivo httpd.conf

<Directory /www/htdocs/example>
AddType text/example .exm
@@ -207,10 +207,10 @@ </Directory>

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No entanto, adicionando isso ao seu arquivo de configuração do - servidor resultará em uma menor perda de performance, na medida que - a configuração é carregada no momento da inicialização do - servidor, ao invés de toda que que um arquivo é requerido.

+

No entanto, adicionando isso ao seu arquivo de configuração do + servidor resultará em uma menor perda de performance, na medida que + a configuração é carregada no momento da inicialização do + servidor, ao invés de toda que que um arquivo é requerido.

O uso de arquivos .htaccess pode ser totalmente desabilitado, ajustando a diretriz AllowOverride para none:

@@ -220,35 +220,35 @@

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Como as diretrizes são aplicadas

+

Como as diretrizes são aplicadas

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As diretrizes de configuração que se encontram em um arquivo - .htaccess são aplicadas para o diretório no qual o +

As diretrizes de configuração que se encontram em um arquivo + .htaccess são aplicadas para o diretório no qual o arquivo .htaccess se encontra, e para todos os - subdiretórios ali presentes. Mas, é importante lembrar também que - podem existir arquivos .htaccess no diretórios - superiores. As diretrizes são aplicadas na ordem que são - achadas. Logo, um arquivo .htaccess em um diretório + subdiretórios ali presentes. Mas, é importante lembrar também que + podem existir arquivos .htaccess no diretórios + superiores. As diretrizes são aplicadas na ordem que são + achadas. Logo, um arquivo .htaccess em um diretório em particular, pode sobrescrever as diretrizes encontradas em um - diretório acima deste em sua respectiva árvore. Estes, por sua vez, + diretório acima deste em sua respectiva árvore. Estes, por sua vez, podem ter suas diretrizes sobrescritas por diretrizes ainda mais - acima, ou no próprio arquivo de configuração principal do + acima, ou no próprio arquivo de configuração principal do servidor.

Exemplo:

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No diretório /www/htdocs/example1 nós temos +

No diretório /www/htdocs/example1 nós temos um arquivo .htaccess contendo o seguinte:

Options +ExecCGI

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(Nota: você deve ter "AllowOverride Options" para +

(Nota: você deve ter "AllowOverride Options" para permitir o uso da diretriz "Options" nos arquivos .htaccess .)

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No diretório /www/htdocs/example1/example2 nós temos +

No diretório /www/htdocs/example1/example2 nós temos um arquivo .htaccess contendo:

@@ -256,32 +256,32 @@

Devido a esse segundo arquivo .htaccess, no - diretório /www/htdocs/example1/example2, a execução - de scripts CGI não é permitida, pois somente Options - Includes está em efeito, o que sobrescreve completamente + diretório /www/htdocs/example1/example2, a execução + de scripts CGI não é permitida, pois somente Options + Includes está em efeito, o que sobrescreve completamente quaisquer outros ajustes previamente configurados.

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Exemplo de Autenticação

- -

Se você veio diretamente à esta parte do documento para - aprender como fazer autenticação, é importante notar uma - coisa. Existe uma concepção errada, mas muito comum, de que é - necessário o uso de arquivos .htaccess para implementar - a autenticação por senha. Este não é o caso. Colocar - diretrizes de senha em uma seção <Directory>, no seu arquivo principal de - configuração do servidor, é a melhor maneira de se implementar +

Exemplo de Autenticação

+ +

Se você veio diretamente à esta parte do documento para + aprender como fazer autenticação, é importante notar uma + coisa. Existe uma concepção errada, mas muito comum, de que é + necessário o uso de arquivos .htaccess para implementar + a autenticação por senha. Este não é o caso. Colocar + diretrizes de senha em uma seção <Directory>, no seu arquivo principal de + configuração do servidor, é a melhor maneira de se implementar isto, e os arquivos .htaccess devem ser usados apenas - se você não tem acesso ao arquivo principal de configuração do - servidor. Veja acima a discussão sobre quando - você deve e quando não deve usar os arquivos + se você não tem acesso ao arquivo principal de configuração do + servidor. Veja acima a discussão sobre quando + você deve e quando não deve usar os arquivos .htaccess.

-

Dito isso, se você ainda acredita que precisa usar um arquivo - .htaccess, a configuração a seguir provavelmente - funcionará para você.

+

Dito isso, se você ainda acredita que precisa usar um arquivo + .htaccess, a configuração a seguir provavelmente + funcionará para você.

-

Conteúdo de um arquivo .htaccess:

+

Conteúdo de um arquivo .htaccess:

AuthType Basic
@@ -295,16 +295,16 @@ habilitado para que estas diretrizes tenham efeito.

Por favor veja o tutorial de - autenticação para uma discussão mais completa sobre - autenticação e autorização.

+ autenticação para uma discussão mais completa sobre + autenticação e autorização.

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Exemplo de Server Side Includes

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Outro uso comum de arquivos .htaccess é ativar o - Server Side Includes para um diretório em particular. Isto pode - ser feito com as seguintes diretrizes de configuração, colocadas em - um arquivo .htaccess no diretório desejado:

+

Outro uso comum de arquivos .htaccess é ativar o + Server Side Includes para um diretório em particular. Isto pode + ser feito com as seguintes diretrizes de configuração, colocadas em + um arquivo .htaccess no diretório desejado:

Options +Includes
@@ -317,24 +317,24 @@ para essas diretrizes terem efeito.

Por favor veja o tutorial de SSI para - uma discussão mais completa sobre server-side includes.

+ uma discussão mais completa sobre server-side includes.

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Exemplo de CGI

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Finalmente, você pode querer que um arquivo - .htaccess permita a execução de programas CGI em um - diretório em particular. Isto pode ser implementado com as - seguintes configurações:

+

Finalmente, você pode querer que um arquivo + .htaccess permita a execução de programas CGI em um + diretório em particular. Isto pode ser implementado com as + seguintes configurações:

Options +ExecCGI
AddHandler cgi-script cgi pl

-

Alternativamente, se você desejar que todos os arquivos de um - dado diretório, sejam considerados programas CGI, isso pode ser - feito com a seguinte configuração:

+

Alternativamente, se você desejar que todos os arquivos de um + dado diretório, sejam considerados programas CGI, isso pode ser + feito com a seguinte configuração:

Options +ExecCGI
@@ -346,60 +346,43 @@ para que essas diretrizes tenham quaisquer efeito.

Por favor veja o tutorial de CGI - tutorial para uma discussão mais completa sobre programação - e configuração CGI.

+ tutorial para uma discussão mais completa sobre programação + e configuração CGI.

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Resolvendo Problemas

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Quando você adiciona diretrizes de configuração em um arquivo - .htaccess, e não obtém o efeito desejado, existe uma - série de pontos que podem estar errados.

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Mais comumente, o problema é que a diretriz AllowOverride não está habilitada - corretamente para que as suas diretrizes de configurações sejam - honradas. Verifique se você não possui AllowOverride - None ajustado para o escopo do arquivo em questão. Um bom - meio de testar isso é colocar "lixo" em seu arquivo - .htaccess e recarregá-lo. Se não for gerado nenhum - erro do servidor, certamente você tem AllowOverride +

Quando você adiciona diretrizes de configuração em um arquivo + .htaccess, e não obtém o efeito desejado, existe uma + série de pontos que podem estar errados.

+ +

Mais comumente, o problema é que a diretriz AllowOverride não está habilitada + corretamente para que as suas diretrizes de configurações sejam + honradas. Verifique se você não possui AllowOverride + None ajustado para o escopo do arquivo em questão. Um bom + meio de testar isso é colocar "lixo" em seu arquivo + .htaccess e recarregá-lo. Se não for gerado nenhum + erro do servidor, certamente você tem AllowOverride None habilitado.

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Se, por outro lado, você está obtendo erros do servidor ao +

Se, por outro lado, você está obtendo erros do servidor ao tentar acessar documentos, verifique o registro de erros do - Apache. Ele provavelmente irá indicar que a diretriz usada em - seu arquivo .htaccess não é permitida. - Alternativamente, ele pode acusar erros de sintaxe que você terá + Apache. Ele provavelmente irá indicar que a diretriz usada em + seu arquivo .htaccess não é permitida. + Alternativamente, ele pode acusar erros de sintaxe que você terá que corrigir.

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Comentários

Notice:
This is not a Q&A section. Comments placed here should be pointed towards suggestions on improving the documentation or server, and may be removed by our moderators if they are either implemented or considered invalid/off-topic. Questions on how to manage the Apache HTTP Server should be directed at either our IRC channel, #httpd, on Libera.chat, or sent to our mailing lists.
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Documentação do Servidor HTTP Apache Versão +Apache > Servidor HTTP > Documentação

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Documentação do Servidor HTTP Apache Versão 2.5

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Notas da Versão

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Übersicht der neuen Funktionen im Apache HTTP Server 2.0

+Apache > HTTP-Server > Dokumentation > Version 2.5

Übersicht der neuen Funktionen im Apache HTTP Server 2.0

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Verfügbare Sprachen:  de  | +

Verfügbare Sprachen:  de  |  en  | - fr  | + fr  |  ja  |  ko  | - pt-br  | - tr 

+ pt-br  | + tr 

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Dieses Dokument beschreibt einige der wichtigsten Änderungen - des Apache HTTP Servers 2.0 gegenüber der Version 1.3.

+

Dieses Dokument beschreibt einige der wichtigsten Änderungen + des Apache HTTP Servers 2.0 gegenüber der Version 1.3.

  • Core-Erweiterungen
  • Modul-Erweiterungen
  • @@ -46,10 +46,10 @@
    Unix-Threading
    -
    Auf Unix-Systemen mit Unterstützung für +
    Auf Unix-Systemen mit Unterstützung für POSIX-Threads, kann der Apache httpd jetzt in einem Multi-Process, Multi-Threaded Hybrid-Mode gestartet werden. Dies verbessert die - Skalierfähigkeit für viele, jedoch nicht unbedingt alle + Skalierfähigkeit für viele, jedoch nicht unbedingt alle Konfigurationen.
    Neues Build-System
    @@ -57,95 +57,95 @@
    Das Build-System wurde komplett auf der Basis von autoconf und libtool neu geschrieben. Dadurch wird das Konfigurationssystem des Apache httpd dem vieler - anderer Packages ähnlicher.
    + anderer Packages ähnlicher. -
    Multi-Protokoll-Unterstützung
    +
    Multi-Protokoll-Unterstützung
    Der Apache HTTP Server stellt jetzt die notwendigen - Grundfunktionalitäten bereit, um mehrere Protokolle - unterstützen und verarbeiten zu können. - mod_echo wurde hierfür als Beispiel + Grundfunktionalitäten bereit, um mehrere Protokolle + unterstützen und verarbeiten zu können. + mod_echo wurde hierfür als Beispiel geschrieben.
    -
    Bessere Unterstützung von +
    Bessere Unterstützung von Nicht-Unix-Plattformen
    Der Apache HTTP Server 2.0 ist schneller und stabiler auf Nicht-Unix-Plattformen wie BeOS, OS/2 und Windows. Mit der - Einführung von Plattform-spezifischen Multi-Processing Modulen (MPMs) und der Apache + Einführung von Plattform-spezifischen Multi-Processing Modulen (MPMs) und der Apache Portable Runtime (APR), sind diese Plattformen jetzt in ihrem - nativen API implementiert, wodurch die Verwendung der häufig + nativen API implementiert, wodurch die Verwendung der häufig fehlerbehafteten und schlecht funktionierenden POSIX-Emulation-Layer vermieden wird.
    Neues Apache-httpd API
    -
    Das API für Module hat sich in 2.0 stark verändert. - Die meisten der Sortierungs-/Prioritätsprobleme von Modulen bei +
    Das API für Module hat sich in 2.0 stark verändert. + Die meisten der Sortierungs-/Prioritätsprobleme von Modulen bei 1.3 sollten nun verschwunden sein. In 2.0 wird hiervon vieles - automatisch durchgeführt. Die Modulsortierung wird jetzt - über einen pre-hook vorgenommen, um mehr Flexibilität - zu bieten. Außerdem wurden neue API-Calls hinzugefügt, - die zusätzliche Modulfähigkeiten zur Verfügung stellen, - ohne den Kern des Apache HTTP Servers anpassen zu müssen.
    + automatisch durchgeführt. Die Modulsortierung wird jetzt + über einen pre-hook vorgenommen, um mehr Flexibilität + zu bieten. Außerdem wurden neue API-Calls hinzugefügt, + die zusätzliche Modulfähigkeiten zur Verfügung stellen, + ohne den Kern des Apache HTTP Servers anpassen zu müssen. -
    IPv6-Unterstützung
    +
    IPv6-Unterstützung
    Auf Systemen, bei denen die zugrundeliegende Apache Portable - Runtime-Bibliothek IPv6 unterstützt, bekommt der Apache httpd - standarmäßig IPv6 Listening Sockets. Zusätzlich - unterstützen die Konfigurationsanweisungen Listen, NameVirtualHost und VirtualHost numerische IPv6-Adressangaben + Runtime-Bibliothek IPv6 unterstützt, bekommt der Apache httpd + standarmäßig IPv6 Listening Sockets. Zusätzlich + unterstützen die Konfigurationsanweisungen Listen, NameVirtualHost und VirtualHost numerische IPv6-Adressangaben (z.B., "Listen [2001:db8::1]:8080").
    Filterung
    -
    Apache-httpd-Module können jetzt als Filter entwickelt +
    Apache-httpd-Module können jetzt als Filter entwickelt und zur Filterung des rein- und rausgehenden Datenstroms des Servers eingesetzt werden. Hierdurch kann beispielsweise die Ausgabe von CGI-Skripten durch den INCLUDES-Filter von mod_include bearbeitet werden und so - Server-Side Include-Anweisungen ausgeführt werden. Das Modul + Server-Side Include-Anweisungen ausgeführt werden. Das Modul mod_ext_filter erlaubt externen Programmen als Filter zu agieren, in der gleichen Weise wie CGI-Programme als - Eingabe dienen können.
    + Eingabe dienen können.
    Mehrsprachige Fehlermeldungen
    Fehlermeldungen die an den Browser rausgehen, stehen jetzt als - SSI-Dokumente in verschiedenen Sprachen zur Verfügung. Sie - können bei Bedarf durch den Administrator angepasst werden, + SSI-Dokumente in verschiedenen Sprachen zur Verfügung. Sie + können bei Bedarf durch den Administrator angepasst werden, um ein einheitliches Design zu erreichen.
    Vereinfachte Konfiguration
    Viele der verwirrenden Konfigurationsanweisungen wurden vereinfacht. - Die oft für Verwirrung sorgenden Port- und + Die oft für Verwirrung sorgenden Port- und BindAddress-Anweisungen wurden entfernt. - Ausschließlich die Listen-Anweisung wird nun zum + Ausschließlich die Listen-Anweisung wird nun zum Setzen von IP-Addressen und Portnummern benutzt. - Der Servername und die Portnummer, die für Weiterleitungen und - zur Erkennung virtueller Server verwendet werden, werden über + Der Servername und die Portnummer, die für Weiterleitungen und + zur Erkennung virtueller Server verwendet werden, werden über die ServerName-Anweisung konfiguriert.
    -
    Native Windows NT Unicode-Unterstützung
    +
    Native Windows NT Unicode-Unterstützung
    Der Apache httpd 2.0 auf Windows NT benutzt jetzt utf-8 - für alle Dateinamen-Kodierungen. Diese werden direkt auf das + für alle Dateinamen-Kodierungen. Diese werden direkt auf das zugrundeliegende Unicode-Dateisystem abgebildet, wodurch - Mehrsprach-Unterstützung für alle Windows NT-basierten + Mehrsprach-Unterstützung für alle Windows NT-basierten Installationen, inklusive Windows 2000 und Windows XP, zur - Verfügung gestellt wird. Diese Unterstützung ist - nicht auf Windows 95, 98 oder ME verfügbar. Hier wird - weiterhin die jeweils lokale Codepage des Rechners für den + Verfügung gestellt wird. Diese Unterstützung ist + nicht auf Windows 95, 98 oder ME verfügbar. Hier wird + weiterhin die jeweils lokale Codepage des Rechners für den Zugriff auf das Dateisystem verwendet.
    -
    Bibliothek für reguläre Ausdrücke aktualisiert
    +
    Bibliothek für reguläre Ausdrücke aktualisiert
    -
    Der Apache httpd 2.0 enthält die "Perl Compatible +
    Der Apache httpd 2.0 enthält die "Perl Compatible Regular Expression Library" (PCRE). - Bei der Auswertung aller regulären Ausdrücke wird nun - die leistungsfähigere Syntax von Perl 5 verwendet.
    + Bei der Auswertung aller regulären Ausdrücke wird nun + die leistungsfähigere Syntax von Perl 5 verwendet.
top
@@ -158,7 +158,7 @@
Neues Modul in Apache httpd 2.0. Dieses Modul ist ein Interface zu den von OpenSSL bereitgestellten SSL/TLS - Verschlüsselungs-Protokollen.
+ Verschlüsselungs-Protokollen.
mod_dav
@@ -169,59 +169,59 @@
mod_deflate
Neues Modul in Apache httpd 2.0. Dieses Modul erlaubt es - Browsern, die dies unterstützen, eine Komprimierung des + Browsern, die dies unterstützen, eine Komprimierung des Inhaltes vor der Auslieferung anzufordern, um so Netzwerk-Bandbreite zu sparen.
mod_auth_ldap
Neues Modul in Apache httpd 2.0.41. Diese Modul - ermöglicht die Verwendung einer LDAP-Datenbank zur - Speicherung von Berechtigungsdaten für die + ermöglicht die Verwendung einer LDAP-Datenbank zur + Speicherung von Berechtigungsdaten für die HTTP-Basic-Authentication. Ein Begleitmodul, mod_ldap, stellt einen Verbindungs-Pool und die - Pufferung von Abfrageergebnissen zur Verfügung.
+ Pufferung von Abfrageergebnissen zur Verfügung.
mod_auth_digest
-
Zusätzliche Unterstützung für - prozessübergreifendes Session-Caching mittels Shared-Memory. +
Zusätzliche Unterstützung für + prozessübergreifendes Session-Caching mittels Shared-Memory.
mod_charset_lite
Neues Modul in Apache httpd 2.0. - Dieses experimentelle Modul erlaubt Zeichensatz-Übersetzungen oder - -Umschlüsselung.
+ Dieses experimentelle Modul erlaubt Zeichensatz-Übersetzungen oder + -Umschlüsselung.
mod_file_cache
Neues Modul in Apache httpd 2.0. Dieses Modul beinhaltet die - Funktionalität von mod_mmap_static aus Version - 1.3 des Apache HTTP Server zuzüglich einiger weiterer + Funktionalität von mod_mmap_static aus Version + 1.3 des Apache HTTP Server zuzüglich einiger weiterer Caching-Funktionen.
mod_headers
Dieses Modul ist in Apache httpd 2.0 deutlich flexibler geworden. Es kann jetzt die von mod_proxy - genutzten Request-Header manipulieren und es ist möglich + genutzten Request-Header manipulieren und es ist möglich Response-Header auf Basis von definierten Bedingungen zu - verändern.
+ verändern.
mod_proxy
Das Proxy Modul wurde komplett neu geschrieben um die - Möglichkeiten der neuen Filter-Funktionalität - auszuschöpfen und um einen zuverlässigen Proxy zu haben, der + Möglichkeiten der neuen Filter-Funktionalität + auszuschöpfen und um einen zuverlässigen Proxy zu haben, der den HTTP/1.1-Spezifikationen entspricht. Neue <Proxy> -Konfigurationsabschnitte bieten eine besser lesbare (und intern schnellere) Kontrolle der vermittelten Seiten. - Die überladenen <Directory + Die überladenen <Directory "proxy:...">-Konfigurationen werden nicht - mehr unterstützt. Das Modul ist nun in mehrere Module - unterteilt, die jeweils ein bestimmtes Übertragungsprotokoll - unterstützen, wie proxy_connect, + mehr unterstützt. Das Modul ist nun in mehrere Module + unterteilt, die jeweils ein bestimmtes Übertragungsprotokoll + unterstützen, wie proxy_connect, proxy_ftp und proxy_http.
mod_negotiation
@@ -229,64 +229,47 @@
Die neue Konfigurationsanweisung ForceLanguagePriority kann benutzt werden, um sicherzustellen, dass ein Client auf jeden Fall ein einzelnes Dokument, anstatt einer NOT ACCEPTABLE- oder - MULTIPLE CHOICES-Antwort, bekommt. Zusätzlich wurden die + MULTIPLE CHOICES-Antwort, bekommt. Zusätzlich wurden die Negotiation- und Multiview-Algorithmen angepasst um einheitlichere - Ergebnisse zu liefern. Außerdem wird ein neues + Ergebnisse zu liefern. Außerdem wird ein neues Type-Map-Format bereitgestellt, das Dokumenteninhalte direkt enthalten kann.
mod_autoindex
-
Automatisch erzeugte Verzeichnisindizes können zur besseren - Übersichtlichkeit durch HTML-Tabellen dargestellt werden. +
Automatisch erzeugte Verzeichnisindizes können zur besseren + Übersichtlichkeit durch HTML-Tabellen dargestellt werden. Genauere Sortierungen, wie Sortierung nach Versionsnummer und - Wildcard-Filterung des Verzeichnisindizes werden unterstützt.
+ Wildcard-Filterung des Verzeichnisindizes werden unterstützt.
mod_include
Neue Anweisungen erlauben es, die Standard Start- und Endtags von - SSI-Elementen zu ändern. Zudem können die Default-Formate - für Fehlermeldungen und Zeitangaben nun ebenfalls in der + SSI-Elementen zu ändern. Zudem können die Default-Formate + für Fehlermeldungen und Zeitangaben nun ebenfalls in der Serverkonfiguration vorgenommen werden. Auf die Ergebnisse der - Auswertung und Gruppierung von regulären Ausdrücken (jetzt - auf Basis der Perl-Syntax für reguläre Ausdrücke) kann - über die mod_include Variablen $0 + Auswertung und Gruppierung von regulären Ausdrücken (jetzt + auf Basis der Perl-Syntax für reguläre Ausdrücke) kann + über die mod_include Variablen $0 bis $9 zugegriffen werden.
mod_auth_dbm
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DBM-ähnliche Datenbanken werden jetzt durch die +
DBM-ähnliche Datenbanken werden jetzt durch die Konfigurationsaweisung AuthDBMType - unterstützt.
+ unterstützt.
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This is not a Q&A section. Comments placed here should be pointed towards suggestions on improving the documentation or server, and may be removed by our moderators if they are either implemented or considered invalid/off-topic. Questions on how to manage the Apache HTTP Server should be directed at either our IRC channel, #httpd, on Libera.chat, or sent to our mailing lists.
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Descrição das novas funcionalidades do Apache 2.0

+Apache > Servidor HTTP > Documentação > Versão 2.5

Descrição das novas funcionalidades do Apache 2.0

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Esse documento descreve algumas das mudanças principais - entre as versões 1.3 e 2.0 do Servidor HTTP Apache.

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Esse documento descreve algumas das mudanças principais + entre as versões 1.3 e 2.0 do Servidor HTTP Apache.

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  • Melhorias nos Módulos
  • +

    Veja também

    top

    Principais Melhorias

    @@ -49,187 +49,187 @@
    Threading Unix
    Em sistemas Unix com suporte a threads POSIX, o Apache pode - funcionar em modo híbrido multiprocesso e multithread. Não funciona - em todas configurações, mas melhora a escalabilidade em muitas.
    + funcionar em modo híbrido multiprocesso e multithread. Não funciona + em todas configurações, mas melhora a escalabilidade em muitas. -
    Novo Sistema de Compilação
    +
    Novo Sistema de Compilação
    -
    O sistema de compilação foi reescrito do zero para utilizar o +
    O sistema de compilação foi reescrito do zero para utilizar o autoconf e o libtool, tornando a - configuração do sistema Apache mais similar a de outros + configuração do sistema Apache mais similar a de outros pacotes.
    Suporte Multi-protocolo
    O Apache possui agora uma infraestrutura feita para suportar - múltiplos protocolos. O módulo mod_echo é um - exemplo ilustrativo de sua utilização.
    + múltiplos protocolos. O módulo mod_echo é um + exemplo ilustrativo de sua utilização. -
    Suporte Aperfeiçoado para Plataformas Não-Unix
    +
    Suporte Aperfeiçoado para Plataformas Não-Unix
    -
    O Apache 2.0 está mais rápido e mais estável em plataformas - Não-Unix como BeOS, OS/2 e Windows. Com a introdução de módulos - multi-processamento (MPMs) específicos e a - Apache Portable Runtime (APR), essas plataformas estão implementando - as suas APIs nativas, evitando as camadas de emulação POSIX que se +
    O Apache 2.0 está mais rápido e mais estável em plataformas + Não-Unix como BeOS, OS/2 e Windows. Com a introdução de módulos + multi-processamento (MPMs) específicos e a + Apache Portable Runtime (APR), essas plataformas estão implementando + as suas APIs nativas, evitando as camadas de emulação POSIX que se mostravam lentas e defeituosas.
    Nova API Apache
    -
    A API para módulos mudou significativamente na versão 2.0. - Muitos dos problemas de ordenamento/prioridade da versão - 1.3 foram resolvidos. A versão 2.0 faz o ordenamento automático +
    A API para módulos mudou significativamente na versão 2.0. + Muitos dos problemas de ordenamento/prioridade da versão + 1.3 foram resolvidos. A versão 2.0 faz o ordenamento automático "per-hook" para permitir mais flexibilidade. Novas chamadas foram adicionadas para fornecer capacidades adicionais sem a necessidade de se aplicar nenhum patch ao servidor Apache principal.
    Suporte IPv6
    -
    Em sistemas onde o IPv6 é suportado pela biblioteca de base - Apache Portable Runtime, o Apache monitora por padrão - as interfaces IPv6. Em adição as diretrizes Listen, NameVirtualHost e VirtualHost, suportam correntes (strings) de - endereços numéricos do tipo IPv6. (ex. "Listen +
    Em sistemas onde o IPv6 é suportado pela biblioteca de base + Apache Portable Runtime, o Apache monitora por padrão + as interfaces IPv6. Em adição as diretrizes Listen, NameVirtualHost e VirtualHost, suportam correntes (strings) de + endereços numéricos do tipo IPv6. (ex. "Listen [2001:db8::1]:8080").
    Filtrando
    -
    Os módulos do Apache agora são feito filtros que - agem na corrente do conteúdo na medida que este é entregue, tanto - na entrada quando na saída de dados do servidor. É possível então, +
    Os módulos do Apache agora são feito filtros que + agem na corrente do conteúdo na medida que este é entregue, tanto + na entrada quando na saída de dados do servidor. É possível então, por exemplo, que o retorno de dados de scripts CGI sejam analisados - pelas diretrizes do "Server Side Include" usando o filtro INCLUDES do mod_include. O módulo mod_ext_filter, permite que programas externos trabalhem - como filtros do mesmo modo que aplicações CGI funcionam como + pelas diretrizes do "Server Side Include" usando o filtro INCLUDES do mod_include. O módulo mod_ext_filter, permite que programas externos trabalhem + como filtros do mesmo modo que aplicações CGI funcionam como manipuladores.
    Respostas de Erro Multi-linguais
    -
    Mensagens de erro para o navegador agora são fornecidas em - diversas línguas, usando documentos SSI. Podem ser personalizadas - pelo administrador que desejar definir seus próprios - padrões.
    +
    Mensagens de erro para o navegador agora são fornecidas em + diversas línguas, usando documentos SSI. Podem ser personalizadas + pelo administrador que desejar definir seus próprios + padrões.
    -
    Configuração Simplificada
    +
    Configuração Simplificada
    Muitas diretrizes confusas foram simplificadas. Entre elas, - Port e BindAddress não existem + Port e BindAddress não existem mais; apenas a diretriz Listen - é usada para direcionar endereços IP; a diretriz ServerName especifica o nome do servidor - e o número da porta apenas para redirecionamento e reconhecimento + é usada para direcionar endereços IP; a diretriz ServerName especifica o nome do servidor + e o número da porta apenas para redirecionamento e reconhecimento de hospedeiros virtuais.
    Suporte Nativo ao Unicode do Windows NT
    -
    O Apache 2.0 para Windows NT agora usa utf-8 para codificação - de todos os nomes de arquivos. A tradução para o sistema - base Unicode, torna possível o suporte multi-lingual para todas - as instalações da família NT, incluindo o Windows 2000 e Windows XP. - Esse suporte não se estende ao Windows 95, 98 ou ME, que - continuam usando o código de páginas da máquina local para o +
    O Apache 2.0 para Windows NT agora usa utf-8 para codificação + de todos os nomes de arquivos. A tradução para o sistema + base Unicode, torna possível o suporte multi-lingual para todas + as instalações da família NT, incluindo o Windows 2000 e Windows XP. + Esse suporte não se estende ao Windows 95, 98 ou ME, que + continuam usando o código de páginas da máquina local para o acesso ao sistema de arquivos.
    -
    Biblioteca de Expressões Regulares Atualizada
    +
    Biblioteca de Expressões Regulares Atualizada
    O Apache 2.0 inclui a Biblioteca - de Expressões Regulares Compatíveis Perl (PCRE). Todas as - avaliações de expressões regulares usam a mais poderosa sintaxe + de Expressões Regulares Compatíveis Perl (PCRE). Todas as + avaliações de expressões regulares usam a mais poderosa sintaxe do Perl 5.
    top
    -

    Melhorias nos Módulos

    +

    Melhorias nos Módulos

    mod_ssl
    -
    Novo módulo no Apache 2.0. Esse módulo é uma interface - para os protocolos de codificação SSL/TLS fornecidos pela +
    Novo módulo no Apache 2.0. Esse módulo é uma interface + para os protocolos de codificação SSL/TLS fornecidos pela OpenSSL.
    mod_dav
    -
    Novo módulo no Apache 2.0. Este módulo implementa as - especificações de Autoria Distribuída e Versões (Distributed - Authoring and Versioning - DAV) para HTTP, para a publicação - e a manutenção de conteúdo da web.
    +
    Novo módulo no Apache 2.0. Este módulo implementa as + especificações de Autoria Distribuída e Versões (Distributed + Authoring and Versioning - DAV) para HTTP, para a publicação + e a manutenção de conteúdo da web.
    mod_deflate
    -
    Novo módulo no Apache 2.0. Esse módulo permite o suporte - a navegadores que solicitam que o conteúdo seja comprimido antes +
    Novo módulo no Apache 2.0. Esse módulo permite o suporte + a navegadores que solicitam que o conteúdo seja comprimido antes da entrega, economizando banda da rede.
    mod_auth_ldap
    -
    Novo módulo no Apache 2.0.41. Este módulo permite que +
    Novo módulo no Apache 2.0.41. Este módulo permite que bancos de dados LDAP sejam usados para armazenar credenciais - para Autenticação Básica HTTP. Um módulo que o acompanha mod_ldap, fornece a conciliação de conexões e armazenamento + para Autenticação Básica HTTP. Um módulo que o acompanha mod_ldap, fornece a conciliação de conexões e armazenamento de resultados.
    mod_auth_digest
    -
    Inclui suporte adicional para armazenamento de sessões - através de processos que usam memória compartilhada.
    +
    Inclui suporte adicional para armazenamento de sessões + através de processos que usam memória compartilhada.
    mod_charset_lite
    -
    Novo módulo no Apache 2.0. Este modo experimental permite a - tradução de tabelas de caracteres ou re-codificação.
    +
    Novo módulo no Apache 2.0. Este modo experimental permite a + tradução de tabelas de caracteres ou re-codificação.
    mod_file_cache
    -
    Novo módulo no Apache 2.0. Esse módulo inclui a funcionalidade - do mod_mmap_static do Apache 1.3, além de disponibilizar +
    Novo módulo no Apache 2.0. Esse módulo inclui a funcionalidade + do mod_mmap_static do Apache 1.3, além de disponibilizar outras possibilidades de armazenamento.
    mod_headers
    -
    Este módulo está muito mais flexível no Apache 2.0. Pode - modificar pedidos de cabeçalhos usados pelo mod_proxy, e incondicionalmente pode ajustar cabeçalhos de respostas.
    +
    Este módulo está muito mais flexível no Apache 2.0. Pode + modificar pedidos de cabeçalhos usados pelo mod_proxy, e incondicionalmente pode ajustar cabeçalhos de respostas.
    mod_proxy
    -
    O módulo proxy foi totalmente reescrito para levar vantagem +
    O módulo proxy foi totalmente reescrito para levar vantagem da nova infraestrutura de filtro e implementar um proxy mais fiel e - de acordo com o padrão HTTP/1.1. Além disso, uma nova seção - de configuração <Proxy> fornece controles mais legíveis (e internamente - mais rápidos) para sites com proxies; configurações - sobrecarregadas <Directory "proxy:...">, não - são suportadas. O módulo agora é dividido em suporte - de protocolos específicos incluindo proxy_connect, + de acordo com o padrão HTTP/1.1. Além disso, uma nova seção + de configuração <Proxy> fornece controles mais legíveis (e internamente + mais rápidos) para sites com proxies; configurações + sobrecarregadas <Directory "proxy:...">, não + são suportadas. O módulo agora é dividido em suporte + de protocolos específicos incluindo proxy_connect, proxy_ftp e proxy_http.
    mod_negotiation
    A nova diretriz ForceLanguagePriority pode ser usada para assegurar que - o cliente receba um único documento em todos os casos, ao invés de + o cliente receba um único documento em todos os casos, ao invés de respostas "NOT ACCEPTABLE" ou "MULTIPLE CHOICES". Novos algoritmos - de negociação e visões múltiplas (MultiViews) foram organizados para + de negociação e visões múltiplas (MultiViews) foram organizados para obter resultados mais consistentes e uma nova forma de tipo de mapa - (map type) que podem incluir o conteúdo de documentos é fornecido.
    + (map type) que podem incluir o conteúdo de documentos é fornecido.
    mod_autoindex
    -
    As listagens de diretórios automáticas podem ser - configuradas para usar tabelas HTML para formatações mais limpas - e permitir controles mais acurados de classificação, incluindo - ordenação por versão e filtro da lista de - diretórios através de caracteres-coringa.
    +
    As listagens de diretórios automáticas podem ser + configuradas para usar tabelas HTML para formatações mais limpas + e permitir controles mais acurados de classificação, incluindo + ordenação por versão e filtro da lista de + diretórios através de caracteres-coringa.
    mod_include
    -
    Novas diretrizes permitem que as tags padrões start e +
    Novas diretrizes permitem que as tags padrões start e end para elementos SSI, possam ser alteradas e permitir que - as configurações de formatos de erro e hora sejam incluídos no - arquivo de configuração principal, ao invés de serem adicionadas - ao documento SSI. Resultados de análises de expressões regulares - e agrupamento (baseadas na sintaxe de expressões regulares do Perl) - podem ser obtidas usando as variáveis do módulo mod_include, de $0 a $9.
    + as configurações de formatos de erro e hora sejam incluídos no + arquivo de configuração principal, ao invés de serem adicionadas + ao documento SSI. Resultados de análises de expressões regulares + e agrupamento (baseadas na sintaxe de expressões regulares do Perl) + podem ser obtidas usando as variáveis do módulo mod_include, de $0 a $9.
    mod_auth_dbm
    -
    Agora suporta múltiplos tipos de banco de dados similares ao DBM, +
    Agora suporta múltiplos tipos de banco de dados similares ao DBM, usando a diretriz AuthDBMType .
    @@ -237,33 +237,16 @@
    -

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    Descrição das novas funcionalidades do Apache 2.2

    +Apache > Servidor HTTP > Documentação > Versão 2.5

    Descrição das novas funcionalidades do Apache 2.2

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    Esse documento descreve algumas das principais mudanças - entre as versões 2.0 e 2.2 do Servidor HTTP Apache. - Para a lista de mudanças desde a versão 1.3, veja a página - de documentação novas funcionalidades +

    Esse documento descreve algumas das principais mudanças + entre as versões 2.0 e 2.2 do Servidor HTTP Apache. + Para a lista de mudanças desde a versão 1.3, veja a página + de documentação novas funcionalidades do Apache 2.0.

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  • Melhorias nos Módulos
  • +
  • Mudanças ao Desenvolvedor de Módulos
  • +

    Veja também

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    Principais Melhorias

    @@ -56,75 +56,75 @@
    ...
    Proxying
    -
    O novo módulo mod_proxy_balancer fornece - serviços de carregamento de balenceamento para mod_proxy. O novo módulo mod_proxy_ajp oferece suporte para o Protocolo Apache JServ - versão 1.3, usado pelo Apache Tomcat.
    +
    O novo módulo mod_proxy_balancer fornece + serviços de carregamento de balenceamento para mod_proxy. O novo módulo mod_proxy_ajp oferece suporte para o Protocolo Apache JServ + versão 1.3, usado pelo Apache Tomcat.
    Filtragem Inteligente (Smart Filtering)
    -
    O mod_filter introduz configuração dinâmica para - o filtro de saída de dados. Permitindo que os filtros sejam - condicionalmente inseridos, baseando-se nos cabeçalhos Request ou Response ou em variáveis do - ambiente, ele acaba com os problemas de dependências e pedidos +
    O mod_filter introduz configuração dinâmica para + o filtro de saída de dados. Permitindo que os filtros sejam + condicionalmente inseridos, baseando-se nos cabeçalhos Request ou Response ou em variáveis do + ambiente, ele acaba com os problemas de dependências e pedidos da arquitetura 2.0.
    top
    -

    Melhorias nos Módulos

    +

    Melhorias nos Módulos

    mod_authnz_ldap
    -
    Este módulo é uma migração do mod_auth_ldap, - da versão 2.0 para a estrutura 2.2 de Authn/Authz. +
    Este módulo é uma migração do mod_auth_ldap, + da versão 2.0 para a estrutura 2.2 de Authn/Authz. As novas funcionalidades incluem o uso de atributos LDAP e filtros de procura complexos na diretriz Require.
    mod_info
    Adicionado um novo argumento ?config que - mostra a configuração das diretrizes analisadas pelo - Apache, incluindo o nome do arquivo e o número da linha. - Esse módulo também mostra a ordem de todos os ganchos de - pedidos (request hooks) e informações adicionais sobre - a compilação, similar ao comando httpd -V.
    + mostra a configuração das diretrizes analisadas pelo + Apache, incluindo o nome do arquivo e o número da linha. + Esse módulo também mostra a ordem de todos os ganchos de + pedidos (request hooks) e informações adicionais sobre + a compilação, similar ao comando httpd -V.
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    -

    Mudanças ao Desenvolvedor de Módulos

    +

    Mudanças ao Desenvolvedor de Módulos

    API do APR 1.0
    -
    O Apache 2.2 utiliza a API do APR 1.0. Todas as funções e - símbolos antigos foram removidos do APR e +
    O Apache 2.2 utiliza a API do APR 1.0. Todas as funções e + símbolos antigos foram removidos do APR e APR-Util. Para mais detalhes, visite o Website do APR.
    -
    Registros de Erros de Conexão (logs)
    +
    Registros de Erros de Conexão (logs)
    -
    Uma nova função ap_log_cerror, foi adicionada - para registrar erros que ocorrem na conexão do cliente. - Quando documentado no diário de log, a mensagem inclui o - endereço IP do cliente.
    +
    Uma nova função ap_log_cerror, foi adicionada + para registrar erros que ocorrem na conexão do cliente. + Quando documentado no diário de log, a mensagem inclui o + endereço IP do cliente.
    -
    Adicionado Gancho de Teste de Configuração
    +
    Adicionado Gancho de Teste de Configuração
    Um novo gancho (hook), test_config foi - adicionado para auxiliar módulos que querem executar - códigos especiais apenas quando o usuário passa o - parâmetro -t para o httpd.
    + adicionado para auxiliar módulos que querem executar + códigos especiais apenas quando o usuário passa o + parâmetro -t para o httpd.
    Ajustar o Stacksize dos "Threaded MPM's"
    Uma nova diretriz chamada ThreadStackSize, foi adicionada para ajustar o tamanho das stacks em todos - os threadeds MPMs. Essa é uma prática necessário para alguns - módulos de terceiros em plataformas com tamanhos de stacks - pequenos por padrão.
    + os threadeds MPMs. Essa é uma prática necessário para alguns + módulos de terceiros em plataformas com tamanhos de stacks + pequenos por padrão. -
    Negociação de Protocolo para filtros de saída
    +
    Negociação de Protocolo para filtros de saída
    -
    No passado, todo filtro era responsável por garantir - a geração de cabeçalhos de resposta correto que os afetava. +
    No passado, todo filtro era responsável por garantir + a geração de cabeçalhos de resposta correto que os afetava. Os filtros agora podem delegar o gerenciamento de protocolos comuns para mod_filter, usando chamadas de ap_register_output_filter_protocol ou @@ -134,32 +134,15 @@
    -

    Línguas Disponíveis:  en  | - es  | - fr  | +

    Línguas Disponíveis:  en  | + es  | + fr  |  ko  | - pt-br  | - tr 

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    Comentários

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    Unterstützung namensbasierter virtueller Hosts

    +Apache > HTTP-Server > Dokumentation > Version 2.5 > Virtual Hosts

    Unterstützung namensbasierter virtueller Hosts

    -

    Verfügbare Sprachen:  de  | +

    Verfügbare Sprachen:  de  |  en  | - fr  | + fr  |  ja  |  ko  | - tr 

    + tr 

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    Diese Übersetzung ist möglicherweise - nicht mehr aktuell. Bitte prüfen Sie die englische Version auf - die neuesten Änderungen.
    +
    Diese Übersetzung ist möglicherweise + nicht mehr aktuell. Bitte prüfen Sie die englische Version auf + die neuesten Änderungen.

    Das Dokument beschreibt, wann und wie namensbasierte virtuelle Hosts zu verwenden sind.

    -
    • Namensbasierte gegenüber IP-basierten +
      top
      -

      Namensbasierte gegenüber IP-basierten +

      Namensbasierte gegenüber IP-basierten virtuellen Hosts

      IP-basierte virtuelle Hosts verwenden die IP-Adresse der Verbindung, um den korrekten virtuellen Host zur Bedienung einer Anfrage zu ermitteln. Folglich - benötigen Sie eine IP-Adresse für jeden virtuellen Host. Bei der - Verwendung von namensbasierten virtuellen Hosts verläßt sich der + benötigen Sie eine IP-Adresse für jeden virtuellen Host. Bei der + Verwendung von namensbasierten virtuellen Hosts verläßt sich der Server darauf, dass der Client den Hostnamen als Bestandteil der HTTP-Header - angibt. Durch Anwendung dieser Technik können sich mehrere verschiedene + angibt. Durch Anwendung dieser Technik können sich mehrere verschiedene Hosts die gleiche IP-Adresse teilen.

      -

      Die Verwendung von namensbasierten virtuellen Hosts ist gewöhnlich - einfacher. Sie müssen lediglich Ihren DNS-Server darauf einstellen, +

      Die Verwendung von namensbasierten virtuellen Hosts ist gewöhnlich + einfacher. Sie müssen lediglich Ihren DNS-Server darauf einstellen, jeden Hostnamen auf die richtige IP-Adresse abzubilden, und dann den Apache HTTP Server so konfigurieren, dass er die verschiedenen Hostnamen erkennt. - Namensbasierte virtuelle Hosts entschärfen auch den Bedarf an + Namensbasierte virtuelle Hosts entschärfen auch den Bedarf an knappen IP-Adressen. Daher sollten Sie namensbasierte virtuelle Hosts - verwenden, sofern kein besonderer Grund dafür existiert, IP-basierte - virtuelle Hosts zu wählen. Mögliche Gründe für die + verwenden, sofern kein besonderer Grund dafür existiert, IP-basierte + virtuelle Hosts zu wählen. Mögliche Gründe für die Verwendung IP-basierter virtueller Hosts sind:

        @@ -74,17 +74,17 @@ virtuellen Hosts. Damit namensbasierte virtuelle Hosts funktionieren, muss der Client den HTTP-Host-Header senden. Dies ist bei HTTP/1.1 vorgeschrieben und in allen modernen HTTP/1.0-Browsern als Erweiterung - implementiert. Wenn Sie Unterstützung für veraltete Clients - benötigen und dennoch namensbasierte virtuelle Hosts verwenden, - dann finden Sie eine mögliche Lösung dafür am Ende des + implementiert. Wenn Sie Unterstützung für veraltete Clients + benötigen und dennoch namensbasierte virtuelle Hosts verwenden, + dann finden Sie eine mögliche Lösung dafür am Ende des Dokuments. -
      • Namensbasierte virtuelle Hosts können aufgrund der Natur des +
      • Namensbasierte virtuelle Hosts können aufgrund der Natur des SSL-Protokolls nicht mit SSL-gesicherten Servern verwendet werden.
      • Einige Betriebssysteme und Netzwerkanlagen setzen Techniken zum Bandbreiten-Management ein, die nicht zwischen Hosts unterscheiden - können, wenn diese nicht auf verschiedenen IP-Adressen liegen.
      • + können, wenn diese nicht auf verschiedenen IP-Adressen liegen.

      top
      @@ -93,44 +93,44 @@ -

      Um namensbasierte virtuelle Hosts zu verwenden, müssen Sie die - IP-Adresse (und möglicherweise den Port) des Servers benennen, an - der Anfragen für die Hosts entgegengenommen werden. Dies wird mit +

      Um namensbasierte virtuelle Hosts zu verwenden, müssen Sie die + IP-Adresse (und möglicherweise den Port) des Servers benennen, an + der Anfragen für die Hosts entgegengenommen werden. Dies wird mit der Direktive NameVirtualHost eingestellt. Im Normalfall, wenn alle IP-Adressen des Server verwendet - werden sollen, können Sie * als Argument für + werden sollen, können Sie * als Argument für NameVirtualHost verwenden. Wenn Sie - vorhaben, mehrere Ports zu nutzen (etwa wenn SSL läuft), sollten - Sie dem Argument einen Port hinzufügen, wie zum Beispiel + vorhaben, mehrere Ports zu nutzen (etwa wenn SSL läuft), sollten + Sie dem Argument einen Port hinzufügen, wie zum Beispiel *:80. Beachten Sie, dass die Angabe einer IP-Adresse in einer NameVirtualHost-Anweisung den Server nicht - automatisch an dieser Adresse lauschen läßt. Lesen Sie bitte "Bestimmen der vom Apache verwendeten Adressen und - Ports" für weitere Details. Zusätzlich muss jede hier + automatisch an dieser Adresse lauschen läßt. Lesen Sie bitte "Bestimmen der vom Apache verwendeten Adressen und + Ports" für weitere Details. Zusätzlich muss jede hier angegebene IP-Adresse einer Netzwerkkarte des Servers zugeordnet sein.

      -

      Der nächste Schritt ist die Erstellung eines <VirtualHost>-Blocks für jeden einzelnen +

      Der nächste Schritt ist die Erstellung eines <VirtualHost>-Blocks für jeden einzelnen Host, den Sie bedienen wollen. Das Argument der Direktive <VirtualHost> sollte das gleiche sein wie das Argument der NameVirtualHost-Anweisung (d.h. eine IP-Adresse - oder * für alle Adressen). Innerhalb jedes <VirtualHost>-Blocks benötigen + oder * für alle Adressen). Innerhalb jedes <VirtualHost>-Blocks benötigen Sie zumindestens eine ServerName-Anweisung, um zu bestimmen, welcher Host bedient wird, und eine DocumentRoot-Anweisung, um anzugeben, wo im Dateisystem der Inhalt des Hosts abgelegt ist.

      Der Hauptserver verschwindet

      - Wenn Sie virtuelle Hosts zu einem bestehenden Webserver hinzufügen, - müssen Sie auch einen <VirtualHost>-Block für den bestehenden Host - (Anm.d.Ü.: und bisherigen Hauptserver) erstellen. + Wenn Sie virtuelle Hosts zu einem bestehenden Webserver hinzufügen, + müssen Sie auch einen <VirtualHost>-Block für den bestehenden Host + (Anm.d.Ü.: und bisherigen Hauptserver) erstellen. Die ServerName- und DocumentRoot-Anweisungen zu diesem - virtuellen Host sollten die gleichen sein wie die globalen ServerName- und DocumentRoot-Anweisungen. Führen Sie diesen + virtuellen Host sollten die gleichen sein wie die globalen ServerName- und DocumentRoot-Anweisungen. Führen Sie diesen virtuellen Host als erstes in der Konfigurationsdatei auf, so dass er als Standard-Host fungiert.

      Vorausgesetzt, Sie bedienen z.B. die Domain - www.domain.tld und möchten den virtuellen Host - www.otherdomain.tld hinzufügen, welcher auf - die gleiche IP-Adresse zeigt. Dann fügen Sie einfach Folgendes der + www.domain.tld und möchten den virtuellen Host + www.otherdomain.tld hinzufügen, welcher auf + die gleiche IP-Adresse zeigt. Dann fügen Sie einfach Folgendes der httpd.conf hinzu:

      @@ -151,7 +151,7 @@ </VirtualHost>

      -

      Sie können anstelle des * bei den beiden Anweisungen +

      Sie können anstelle des * bei den beiden Anweisungen NameVirtualHost und <VirtualHost> alternativ eine eindeutige IP-Adresse angeben. Das kann man beispielsweise machen, um einige namensbasierte virtuelle Hosts auf einer IP-Adresse zu betreiben und @@ -161,71 +161,71 @@

      Viele Server wollen unter mehr als einem Namen erreichbar sein. Die Direktive ServerAlias, die innerhalb des <VirtualHost>-Abschnittes angegeben wird, - ermöglicht dies. Zum Beispiel zeigt die ServerAlias-Anweisung in dem ersten <VirtualHost>-Block oben an, dass die - aufgeführten Namen alternative Namen sind, die man verwenden kann, um + ermöglicht dies. Zum Beispiel zeigt die ServerAlias-Anweisung in dem ersten <VirtualHost>-Block oben an, dass die + aufgeführten Namen alternative Namen sind, die man verwenden kann, um das gleiche Webangebot zu erreichen:

      ServerAlias domain.tld *.domain.tld

      -

      Anfragen für alle Hosts der Domain domain.tld werden +

      Anfragen für alle Hosts der Domain domain.tld werden von dem virtuellen Host www.domain.tld bedient. Die - Platzhalter * und ? können anstelle - entsprechender Namen verwendet werden. Natürlich können Sie nicht + Platzhalter * und ? können anstelle + entsprechender Namen verwendet werden. Natürlich können Sie nicht einfach Namen erfinden und diese bei ServerName oder ServerAlias - angeben, Sie müssen zunächst Ihren DNS Server entsprechend - konfigurieren, dass er diese Namen auf die mit Ihrem Server verknüpfte + angeben, Sie müssen zunächst Ihren DNS Server entsprechend + konfigurieren, dass er diese Namen auf die mit Ihrem Server verknüpfte IP-Adresse abbildet.

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      Und schlußendlich können Sie die Konfiguration der virtuellen +

      Und schlußendlich können Sie die Konfiguration der virtuellen Hosts mittels Angabe weiterer Direktiven innherhalb der <VirtualHost>-Container - feineinstellen. Die meisten Direktiven können in diesen Containern - angegeben werden und verändern dann ausschließlich die - Konfiguration des entsprechenden virtuellen Hosts. Prüfen Sie den Kontext einer Direktive, um - herauszufinden, ob eine bestimmte Direktive zulässig ist. - Im Hauptserver-Kontext (außerhalb der <VirtualHost>-Container) definierte + feineinstellen. Die meisten Direktiven können in diesen Containern + angegeben werden und verändern dann ausschließlich die + Konfiguration des entsprechenden virtuellen Hosts. Prüfen Sie den Kontext einer Direktive, um + herauszufinden, ob eine bestimmte Direktive zulässig ist. + Im Hauptserver-Kontext (außerhalb der <VirtualHost>-Container) definierte Konfigurationsanweisungen werden nur dann angewendet, wenn sie nicht durch - Einstellungen des virtuellen Hosts außer Kraft gesetzt wurden.

      + Einstellungen des virtuellen Hosts außer Kraft gesetzt wurden.

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      Wenn nun eine Anfrage eintrifft, prüft der Server zuerst, ob sie eine +

      Wenn nun eine Anfrage eintrifft, prüft der Server zuerst, ob sie eine IP-Adresse verwendet, die der NameVirtualHost-Anweisung entspricht. Ist dies der Fall, dann sieht er sich jeden <VirtualHost>-Abschnitt mit einer passenden - IP-Adresse an und versucht den einen zu finden, dessen ServerName- oder ServerAlias-Anweisung mit dem gewünschten - Hostnamen übereinstimmt. Findet er einen, dann verwendet er die + IP-Adresse an und versucht den einen zu finden, dessen ServerName- oder ServerAlias-Anweisung mit dem gewünschten + Hostnamen übereinstimmt. Findet er einen, dann verwendet er die Konfiguration dieses Servers. Wird kein passender virtueller Host gefunden, dann wird der erste angegeben virtuelle Host verwendet, - dessen IP-Adresse paßt.

      + dessen IP-Adresse paßt.

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      Die Folge davon ist, dass der erste aufgeführte virtuelle Host der +

      Die Folge davon ist, dass der erste aufgeführte virtuelle Host der Standard-Virtual-Host ist. Die DocumentRoot-Anweisung des Hauptservers wird niemals verwendet, wenn eine IP-Adresse mit einer NameVirtualHost-Anweisung - übereinstimmt. Wenn Sie eine spezielle Konfiguration für Anfragen - angeben möchten, die keinem bestimmten virtuellen Host entsprechen, - packen Sie diese Konfiguration einfach in einen <VirtualHost>-Container und führen diesen als + übereinstimmt. Wenn Sie eine spezielle Konfiguration für Anfragen + angeben möchten, die keinem bestimmten virtuellen Host entsprechen, + packen Sie diese Konfiguration einfach in einen <VirtualHost>-Container und führen diesen als erstes in der Konfigurationsdatei auf.

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    Kompatibilität mit älteren Browsern

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    Kompatibilität mit älteren Browsern

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    Wie zuvor erwähnt gibt es einige Clients, die nicht die notwendigen +

    Wie zuvor erwähnt gibt es einige Clients, die nicht die notwendigen Daten senden, mit denen namensbasierte virtuelle Hosts korrekt - funktionieren. Diesen Clients werden stets die Seiten des ersten, für - diese IP-Adresse aufgeführten virtuellen Hosts gesendet werden (des - primären namensbasierten virtuellen Hosts).

    + funktionieren. Diesen Clients werden stets die Seiten des ersten, für + diese IP-Adresse aufgeführten virtuellen Hosts gesendet werden (des + primären namensbasierten virtuellen Hosts).

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    Was bedeutet älter?

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    Beachten Sie bitte, wenn wir von älter sprechen, meinen wir auch - älter. Es ist sehr unwahrscheinlich, dass sie einen dieser Browser +

    Was bedeutet älter?

    +

    Beachten Sie bitte, wenn wir von älter sprechen, meinen wir auch + älter. Es ist sehr unwahrscheinlich, dass sie einen dieser Browser heutzutage in Verwendung finden werden. Alle aktuellen Browser-Versionen - senden den Host-Header, so wie er für namensbasierte - virtuelle Hosts benäötigt wird.

    + senden den Host-Header, so wie er für namensbasierte + virtuelle Hosts benäötigt wird.

    Mit der Direktive ServerPath existiert - eine mögliche Behelfskonstruktion, obgleich sie etwas schwerfällig + eine mögliche Behelfskonstruktion, obgleich sie etwas schwerfällig ist:

    Beispielkonfiguration:

    @@ -242,18 +242,18 @@ </VirtualHost>

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    Was bedeutet das? Es bedeutet, dass eine Anfrage für eine mit +

    Was bedeutet das? Es bedeutet, dass eine Anfrage für eine mit "/domain" beginnende URI von dem virtuellen Host - www.domain.tld bedient wird. Dies heißt, dass die Seiten - für alle Clients unter http://www.domain.tld/domain/ + www.domain.tld bedient wird. Dies heißt, dass die Seiten + für alle Clients unter http://www.domain.tld/domain/ abrufbar sind, wenngleich Clients, die den Header Host: - senden, auch über http://www.domain.tld/ auf sie zugreifen - können.

    + senden, auch über http://www.domain.tld/ auf sie zugreifen + können.

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    Legen Sie einen Link auf der Seite Ihres primären virtuellen Hosts zu - http://www.domain.tld/domain/, um die Behelfslösung - verfügbar zu machen. Bei den Seiten der virtuellen Hosts müssen - Sie dann sicherstellen, entweder außschließlich relative Links +

    Legen Sie einen Link auf der Seite Ihres primären virtuellen Hosts zu + http://www.domain.tld/domain/, um die Behelfslösung + verfügbar zu machen. Bei den Seiten der virtuellen Hosts müssen + Sie dann sicherstellen, entweder außschließlich relative Links (z.B. "file.html" oder "../icons/image.gif") zu verwenden oder Links, die das einleitende /domain/ enthalten (z.B., @@ -261,36 +261,19 @@ "/domain/misc/file.html").

    Dies erfordert etwas Disziplin, die Befolgung dieser Richtlinien stellt - jedoch größtenteils sicher, dass Ihre Seiten mit allen Browsern + jedoch größtenteils sicher, dass Ihre Seiten mit allen Browsern funktionieren, alten wie neuen.

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    Verfügbare Sprachen:  de  | +

    Verfügbare Sprachen:  de  |  en  | - fr  | + fr  |  ja  |  ko  | - tr 

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